Perry

Fiquei triste com a morte de Perry Salles. Poucos sabem, mas trabalhei brevemente com Perry na época em que  ele administrava o Teatro Gamboa em Salvador. Não lembro como nos conhecemos, mas foi uma experiência intensa. Ele me ligava às vezes de madrugada, com ideias para a divulgação da peça que ensaiava. Eu o achava um…

Quer um motivo a mais para pichar a autora do blog? Vá ver “Batata!”, que estará em cartaz no Teatro Vila Velha (Passeio Público) nos dias 4, 5 e 6, às 20 horas.

Um fim de semana bacana

Foto: Adenor Gondim | Divulgação Fomos ver a pré-estréia de “O triste fim de Policarpo Quaresma”, adaptação de Lima Barreto, sexta, na Sala do Coro do TCA. A montagem, dirigida por Luiz Marfuz, traz como protagonista o ator Hilton Cobra, o Cobrinha. Um belo espetáculo teatral. Teve coquetel no foyer depois. Choveu e resolvemos ir…

Tanto veneno, meu Deus!

E, então, eu seguro o pequeno animal peçonhento entre os dedos como se ele fosse um tesouro. Um único escorpião amarelo pode gerar até 40 outros. E sem necessidade de macho. Duas crias em um ano, 20 filhotes em cada cria. Uma espécie formada apenas por fêmeas, na qual os óvulos se desenvolvem sem fecundação….

O escorpião amarelo

Foto: João Meirelles Li um comentário sobre “Batata!” no Nacocó e não estou linkando aqui por ser elogioso. Beth Ponte, que assina, diz que “O Escorpião Amarelo” abusa do tom poético. Concordo, mas confesso que não faria diferente. Vi “Batata!” duas vezes em busca de aprendizado. Eu nunca havia escrito para teatro e fiquei meio…

Batata!

Uma das primeiras fotos de divulgação da peça, que estréia dia 4 de abril, às 21 horas, no Martins Gonçalves (Escola de Teatro da Ufba, no Canela).

Merda!

No sábado, dia 15, às 18 horas, no Icba, Corredor da Vitória, tem pocket recital com Sandro Ornellas, Lima Trindade, Gustavo Rios, Wladimir Cazé e Katherine Funke (na guitarra). Todos escritores e blogueiros.  Já postei o cartaz aqui, mas a fila de posts andou. O Icba é muito bacana. Participei de um inacreditável workshop lá…

Saudades do mestre

Fim de semana de folgão. Dormi bastante no sábado e só saí de casa quando o dia escureceu. Olhando as opções de cinema no jornal de sexta, fiquei dividida entre “Onde os Fracos Não Têm Vez”, dos irmãos Coen, e “Sweeney Todd: O Barbeiro Demoníaco da Rua Fleet”, de Tim Burton. Acabei indo ao teatro…

Meu segundo cachê

Apesar da deprê, fiquei feliz com um lance hoje. Recebi um cachê pelo texto que escrevi para teatro. A peça deve estrear em abril. São vários autores e estarei na companhia de Adelice Souza, Elísio Lopes Júnior e Cláudia Barral, entre outros. O segundo cachê. O primeiro foi o do “Mídia Poesia”. Há um terceiro vindo por aí. Pequenos, porém valiosos.   

Escorpião amarelo

Sobrevivi aos 15 anos. E, assim como os escorpiões amarelos, criei hábitos noturnos e crepusculares. Uma dose de álcool, algum fumo. Coisas normais para quem traz um ferrão cravado no peito. Casei, acasalei, emudeci, gritei durante os partos. Sou uma mulher absolutamente comum. Do tipo que prepara lanches deliciosos para os filhos, joga buraco com…