falar algo bem íntimo
mostrar os dedos tudo
para que não diga sim
nada importa agora
amar suave anomalia
o mundo é dos feios
parar ouvir fantasmas
olhar seus seios
tv ligada no máximo
tão perfeitos esses
personagens eram
calar algo bem íntimo
qualquer palavra sã
que diga se sinto
mesmo se é preciso
navegar se basta
espiar barcos partindo
se hoje me perco e peco
por esperar o erro
se amanhã será lindo

Poeminha chato, imperfeito, cutucando o juízo, ainda disforme, sem ponto e vírgula.

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