Elvis

Ontem, me deu saudade de Elvis Presley. Do nada. Danada. Fui pro youtube atrás de um vídeo. Queria ver/ouvir, sei lá, “Suspicious Mind” ou “In the Gheto”, mas ficaria consolada se achasse “Love me tender”.  É incrível como desprezei Elvis na adolescência, depois de ter amado tanto na infância. Lembro de mim, aos 8 anos, decorando uma…

E nem é primavera

 Sabia que escreveria com mágoa. A pessoa difícil. Recuso os rótulos. Acho graça de arrogância. Vai pensando que é assim. Que se pode classificar inconsequentemente as coisas. E falo de gente, que não é apenas isso ou aquilo. Mas moro na ingenuidade, não na filosofia. Daí esse engano. Tá bom, aceito mais essa mentira. Linda, oca….

Alzira

  Alzira gosta de cachaça. Bebe logo cedo, antes de ir pro cemitério. No bairro onde mora, na periferia da cidade, num boteco perto. Os copos pequenos sorvidos às talagadas, o cotovelo apoiado na bancada, o corpo pequeno sacudido pelo gesto. A boca faz um esgar engraçado que em nada combina com o olhar triste….

Carpe Diem (Mario Faustino)

  Que faço deste dia, que me adora? Pega-lo pela cauda, antes da hora Vermelha de furtar-se ao meu festim? Ou colocá-lo em música, em palavra, Ou grava-lo na pedra, que o sol lavra? Força é guarda-lo em mim, que um dia assim Tremenda noite deixa se ela ao leito Da noite precedente o leva,…

Nesse dia

Passei o dia escapando da data. E quase consegui. No sábado, a ida para Maracás. Um frio de 13 graus na cidade. Mais de cem pessoas no auditório municipal. Caravanas de Brejões e do KM 100. Zé Inácio e Edmar junto comigo. Os meninos do Concriz, com olhinhos brilhando e um recital aplaudido de pé….

Esse bichinho verde

Queria falar do edital da Secult, repartir a alegria, a perspectiva de edição, mas não sabia como. É algo que espero desde o ano passado. Quase nem participava, descrente que sou de seleções. No que aumentaram o prazo, corri atrás e fiz a inscrição. Com projeto, cronograma e livro. O livro. Antes de tudo, generosamente…

Nhõ Guimarães

Todos estão convidados para ver a adaptação teatral do livro “Nhõ Guimarães”, de Aleilton Fonseca, com direção de Ednilson Mota Pará. A estréia será neste sábado, às 20 horas, no Teatro do Sesi (Rio Vermelho). Fica em cartaz até 27 de setembro, sempre aos sábados e domingos. A foto é de Maurício Requião.