A caminho do rio

Ouvindo Hard Woman, uma de minhas músicas prediletas. Bem que tentei entrar no twitter a sério hoje, mas aquilo parece um diálogo entre surdos. Saio rapidinho após três frases. Volto às canções. Mudo mais uma vez o visual do blog. Cutuco a angústia com vara curta. Um poema sobre casas não sai do primeiro verso. Passeio por infovias desertas. Olho a estante, de onde Virginia Woolf me espia a caminho dor rio. Sei que podia fazer você feliz. A leitura do poema de Mario Faustino não sai da cabeça, absurda como tudo esta semana. Reencontro Ana Cristina Cesar, e vou relendo lentamente os poemas de A Teus Pés.

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3 comentários Adicione o seu

  1. maria sampaio disse:

    Seu texto hoje, eim Kátia? Doído e lindo.

  2. maria sampaio disse:

    vi ali emcima, espremido. É doído de dor (não é doido de maluco, não)

  3. De Sylvia Plath, A Redoma de Vidro, iria simplesmente te encantar.

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