Fiquei besta ao ver que no dia 18 o “Madame” completa dois anos de poesia e papo furado. Desde o episódio da conjuntivite, tenho postado bem menos para poupar os olhos, que já ficam grudados no monitor o dia inteiro. Aí, deixo passar coisas bacanas que leio nos vizinhos e que queria comentar. A bela oração de Renata Belmonte, “Nossa Senhora das Asas das Borboletas”, o poema mais recente de Nilson no Blag, a lista dos melhores livros de 2008 feita por Sandro Ornellas, a retrospectiva de Santiago Nazarian no Amor e Hemárcias. E também ando sem paciência para resenhar o mundo, opinar longamente sobre isso ou aquilo. Me dei o direito de ir desacelerando até o dia 11 de janeiro. Devagar, a gente aprecia melhor a paisagem.

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