A melhor profissão do mundo

Notícias sobre “Vidas que ninguém vê”, de Eliane Brum. Ela, assim como eu, ainda acha que jornalismo é a melhor profissão do mundo. Antes que abrisse a primeira página, Tati Mendonça advertiu: “é meio piegas”. O livro reúne as colunas publicadas em “Zero Hora”. A idéia, sugerida por Augusto Nunes, foi de pegar pessoas simples, gente anônima, do povão, e fazer um perfil delas. Algumas resvalam mesmo na pieguice. Mas há inegavelmente coisas muito bacanas, como a história do mendigo que nunca pediu nada. E o triste fim de Camila, menina de 10 anos que pedia trocados nos semáforos e morreu afogada no Guaíba. Vidas e mortes que rendem no máximo nota de pé de página nos grandes jornais. Brum é repórter especial de “Época”. Levei o livro de Paulo Scott, “Ainda Orangotangos”, para emprestar a Tati. Ganhei numa das feirinhas do Caderno Cultural e gostei pra caramba.

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1 comentário Adicione o seu

  1. Ari disse:

    Dia 10 é aniversário de Clarice, né? A gente tá fazendo o Filosofando no palacete, todas as quartas, às 19h00. Próxima quarta, a profa. Antônia Herrera estará REFLETINDO A PARTIR DE CLARICE LISPECTOR. Venha ver. Quem sabe até uma pauta?

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