Meu amor não me deixa ficar triste,
se emburro ou zango, franzo o cenho,
vem logo em meu socorro com um riso.
Que será de mim, amor, sem este siso?
Quase pergunto enquanto me arrasta
para a cama, pondo em minha boca
a língua, doce como se não fosse frágil
este sentimento.

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