Pensei nesse título para meu novo livro. Luís Antonio Cajazeira Ramos protestou imediatamente. Como sempre, acabo dando razão ao meu amigo. Antes havia pensado em um outro, mais infeliz ainda. Foi sepultado sumariamente pela opinião de Gerana Damulakis, que igualmente acato. Quero um pocket book de tiragem pequena. Um livro com os poemas do “Madame” e mais uns outros, guardados no fundo da gaveta. A capa com uma foto em P&B. Não sei ainda de quê. Procuro editora. Paga, claro, que não sou famosa. Um preço que dê, que se encaixe no apertado orçamento de uma jornalista.  Lima Trindade e Sandro Ornellas têm ajudado. Dão dicas de editoras pequenas no Rio, em Santa Catarina, em São Paulo. Aguardo o orçamento da 7Letras. Enquanto isso, vou selecionando, revisando e escrevendo mais poemas. Verdadeira novela, esta nossa vida literária.

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