Depressão em céu azul

Pensei nesse título para meu novo livro. Luís Antonio Cajazeira Ramos protestou imediatamente. Como sempre, acabo dando razão ao meu amigo. Antes havia pensado em um outro, mais infeliz ainda. Foi sepultado sumariamente pela opinião de Gerana Damulakis, que igualmente acato. Quero um pocket book de tiragem pequena. Um livro com os poemas do “Madame” e mais uns outros, guardados no fundo da gaveta. A capa com uma foto em P&B. Não sei ainda de quê. Procuro editora. Paga, claro, que não sou famosa. Um preço que dê, que se encaixe no apertado orçamento de uma jornalista.  Lima Trindade e Sandro Ornellas têm ajudado. Dão dicas de editoras pequenas no Rio, em Santa Catarina, em São Paulo. Aguardo o orçamento da 7Letras. Enquanto isso, vou selecionando, revisando e escrevendo mais poemas. Verdadeira novela, esta nossa vida literária.

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9 comentários Adicione o seu

  1. Marcus disse:

    Reserve o meu com autógrafo, seja qual for o título. Acho que tá mais que na hora também de Aeronauta e Nilson botarem no papel as coisas que ando lendo deles aqui na tela.
    Concordo, Marcus. Vamos montar uma editora alternativa nessa terra?

  2. maria sampaio disse:

    Se ainda está à procura e quiser ver alguma coisa… (sem compromisso nem obrigação) ofereço foto pb para sua capa.
    Fechadíssimo! Aceito sim e será uma honra, sou sua fã!

  3. blag disse:

    Ainda existe mimeógrafo? Pro meu bolso, nesse momento, só com mimeógrafo!! Além do mais bem revival anos 70, né não???
    Sabe que é uma excelente idéia. Vamos comprar um mimeógafro no brechó e lançar livros assim.

  4. Acho a 7 Letras uma ótima idéia! E me avisa a data do lançamento que eu tento ir. Tenho certeza de que seu livro será lindo.
    Bjs
    Vamos ver se rola, né? Até a data do lançamento, ai jesus, muita água. Mas você está na lista de convidados.

  5. Ari Coelho disse:

    E nosotros esperando, ansiosos.
    Valeu, Ari.

  6. Hélio Pólvora, Aramis Ribeiro Costa e eu tivemos uma editora na segunda metade dos anos 90. Chamava-se Mythos. Por ela, Hélio editou Três histórias de caça e pesca, hoje uma raridade no mercado. Mais 2 ou 3 títulos e não aguentamos.
    Todavia penso bastante no assunto porque as coisas mudaram desde então: o sistema é outro, ando me informando. Nem preciso dizer que teria a honra de editar seu segundo livro. E também Nilson Pedro, Alexandre Core (um poeta ótimo do blog anema&core), Letícia Coelho (lá do Rio Grande do Sul), David Nobrega (também gaúcho, do mesmo blog de Letícia), Manuel Anastácio (do blog Da Condição Humana, de Portugal) etc.
    Mientras tanto, tenho uns canais. Preciso conversar com você, Kátia.
    Vamos conversar, sim, Gerana. Beijão

  7. M. disse:

    E nós leitores aguardamos ansiosos o seu novo livro. Beijos.
    Como dizem os religiosos: “eis que os envio como cordeiros para o meio dos lobos”. Essa é a sensação de lançar um livro na Bahia.

  8. aeronauta disse:

    Sabe. kátia, também tenho pensado muito nesse negócio de investir no meu livro de poesia. Pensei em você para fazer a orelha. O que acha?
    Tô dentro!

  9. martha disse:

    Kátia, boa sorte, boa sorte. Olha, se em algum momento eu puder ajudar, estou aqui.
    Também tenho pensado nisso. Tem que ter força.
    Beijo,
    Martha
    PS: Até hoje é inesquecível pra mim aquele delicioso cheiro de mimeógrafo da escola Centro de Educação Primária Nossa Senhora Aparecida, se você e Nilson toparem, tô dentro da sociedade poetas do mimeógrafo.

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