Waldick

Foto: Lúcio Távora | Ag. A TARDE

Waldick Soriano morreu hoje. E sinto orgulho da matéria sobre ele que publicamos na Muito. Salvo engano, foi a última grande matéria sobre o bardo de Caetité. E publicada aqui, na capa de uma revista baiana, com a dimensão que ele merecia e merece, escrita por Zezão Castro, então repórter de A TARDE, um cara que respeita verdadeiramente o Sertão e o que Waldick representa para a música brasileira. Um acerto da edição e do jornal. E ainda disponibilizamos na net trechos inéditos do documentário sobre ele feito pela atriz Patrícia Pilar, que gentilmente nos enviou um CD com as imagens e falou com exclusividade sobre o trabalho. Nem sei descrever o entusiasmo que sentimos ao ver o resultado das andanças de Zezão pelo Brejinho das Ametistas. O depoimento de velhos amigos e namoradas. Os relatos hilários sobre o período em que ele foi galã dos puteiros. Uma delícia de texto. Falei sobre o prazer da reportagem no post anterior. Mas editar também é grande. É ver a matéria imaginada ganhar vida na página e perseguir o diabo nos detalhes.

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3 comentários Adicione o seu

  1. Franciel disse:

    Kátia,
    tudo que você disse sobre a matéria de José Castro é verdade e dou fé.
    Por falar em fé, há um testemunho quase que religioso de Xico Sá sobre Waldick no Carapuceiro. Recomendo.

    Abraços.
    Vou lá ver, sim. Ah, e bacana sua nova casa virtual, já atualizei aqui o link. Bj

  2. blag disse:

    Nasci em Caetité e, tendo crescido em Brumado, me lembro de um show de Waldick no cinema de seo Zuzu. Em que ele, chapelão e tudo, desancou Caetité e os caetiteenses, para alegria dos vizinhos brumadenses. Eu era criança e não entendi nada, só muito depois vi que era coisa de Waldick, que devia estar puto com alguma situação bem específica. Figuraça!

  3. ari donato disse:

    Muito bonito seu blog, não que outro não o fosse.
    Agora, quanto a Waldick, li hoje, dia 6/9, em A TARDE (Tempo Presente) os dois pesos e as duas medidas do governo diante das duas perdas da cultura baiana.
    Mas, Viva Waldick Soriano.

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