Foto: Lúcio Távora | Ag. A TARDE

Waldick Soriano morreu hoje. E sinto orgulho da matéria sobre ele que publicamos na Muito. Salvo engano, foi a última grande matéria sobre o bardo de Caetité. E publicada aqui, na capa de uma revista baiana, com a dimensão que ele merecia e merece, escrita por Zezão Castro, então repórter de A TARDE, um cara que respeita verdadeiramente o Sertão e o que Waldick representa para a música brasileira. Um acerto da edição e do jornal. E ainda disponibilizamos na net trechos inéditos do documentário sobre ele feito pela atriz Patrícia Pilar, que gentilmente nos enviou um CD com as imagens e falou com exclusividade sobre o trabalho. Nem sei descrever o entusiasmo que sentimos ao ver o resultado das andanças de Zezão pelo Brejinho das Ametistas. O depoimento de velhos amigos e namoradas. Os relatos hilários sobre o período em que ele foi galã dos puteiros. Uma delícia de texto. Falei sobre o prazer da reportagem no post anterior. Mas editar também é grande. É ver a matéria imaginada ganhar vida na página e perseguir o diabo nos detalhes.

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