Fiquei feliz hoje ao receber exemplares do livro de Lúcia Santóri-Carneiro, Lucinha. Escrevi um texto para a orelha de “As voltas do tempo”, mas ainda não havia visto de perto, tocado, lido direitinho. Foi lançado na véspera da minha operação (em abril). Achei que ficou lindo. Gostei bastante. E, relendo o texto que fiz, lembrei o conto que ela escreveu, “Tangerina”, uma delícia de tessistura. Este ano é a minha segunda orelha (a primeira foi de Lago Jr.), e o legal é que me orgulho das duas. Não só pelos bons autores/pessoas, mas pela qualidade da escrita. Narlam Matos, poeta baiano que mora hoje nos EUA, mandou via e-mail seu novo livro de poesias, ainda inédito. Acho que ele vai lançar por lá (não sei se sairá no Brasil). Ontem, fiz uma pausa para arrumar o meu. Listei mais de 60 poemas que quero incluir, pensei em nomes possíveis, em imagens que posso usar na capa, no formato que desejo (possivelmente, um pocket book), no tipo de página, letra etc. Enfim, sinto que ele começa a ganhar forma mental.

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