Um dia cansativo. Após o trabalho, fui pegar a nova carteira de habilitação no Detran. Os jogos olímpicos têm acabado comigo. Fico entretida com a TV até perto das 2 da madrugada. Não que espere um ouro brasileiro. Sabia que teríamos poucas chances. Mesmo assim, fico com um olho na tela e o outro no computador. Preciso concluir ao menos uma parte da monografia da especialização da Facom até o final deste mês. E o Bahia? Depois da derrota pro Marília, desisto. Vou acompanhar de longe, sem me comprometer emocionalmente. De longe, também, ando observando o movimento literário dos conterrâneos. No dia 23, pela manhã, Mayrant Gallo e Carlos Ribeiro autografam a revista “Solaris” na LDM. Em setembro, Zé Inácio Vieira de Melo lança um CD de poemas, “A Casa dos meus Quarenta Anos”. Vi hoje e achei graficamente bem bonito, mas ainda não escutei. Há mais dois lançamentos importantes, nacionais, com presença de escritores baianos. Uma coletânea de contos masoquistas, da Dix, com Adelice Souza e Renata Belmonte, e uma outra, que marca o centenário de Machado de Assis, da Geração Editorial, “Capitu mandou flores”, com Carlos Ribeiro, Aleilton Fonseca, Suênio Campos de Lucena e Hélio Pólvora reescrevendo textos de Machado. E por esses dias, até 16, o querido Lima Trindade está em Brasília, sua terra natal, participando de um projeto chamado “Cartografia Web Literária”, debatendo com um bocado de gente bacana sobre literatura e internet. É isso.

Anúncios