A poesia como um barco, navio ancorado no espaço, entre infância e adolescência. E amores de braços longos, imperfeitos até para o adeus. Livros de cabeceira, para entrar no sonho, quando a dor alcança. E criar, dentro do sono, um outro país perfeito. Nos olhos cheios de horizonte. A poesia como um barco, navio escorado por cabos de aço, suspenso sobre um oceano imaginário.

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