Musas

A poesia como um barco, navio ancorado no espaço, entre infância e adolescência. E amores de braços longos, imperfeitos até para o adeus. Livros de cabeceira, para entrar no sonho, quando a dor alcança. E criar, dentro do sono, um outro país perfeito. Nos olhos cheios de horizonte. A poesia como um barco, navio escorado por cabos de aço, suspenso sobre um oceano imaginário.

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2 comentários Adicione o seu

  1. Assim é a poesia. Um parágrafo que me enterneceu, como a poesia. As palavras brilham nos seus textos.

  2. Kátia,

    Emocionante este poema! Nós, pequenos aprendizes de vocês, como ficamos? Mantemos nossos diários secretos ou nos fortalecemos e tomamos coragem pra desnudá-los, desnudarmo-nos???
    Me reconheço em suas musas: Cecília e Clarice seguramente, mas com uma certa dúvida, Ana Cristina César(?) e Virgínia Woolf (?).

    Ah! O jornal A Tarde ganhou uma certa qualidade com a revista Muito, sou leitora assídua! Parabéns pra equipe!!!

    K.B

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