O congresso internacional do medo

Ai, querido, estou quieta. E durmo enrolando os cabelos. Me ponho no sonho ou pesadelo. Ai, querido, esta vida tem me dado tanto. Se faço uma lista, fico besta. Não como do lixo, não tiro meu sustento do lixo. Apenas sigo. E seguir é tudo. De mais verdadeiro e de mais bonito. E, enquanto sigo, aprecio a paisagem do mundo. Não é Google Earth. É a vida mesmo, com sua beleza e monstruosidade. Não pretendo parar de escrever. Prefiro Rilke a Pécora. E perco sempre o prazo de inscrição no Congresso Internacional do Medo.

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1 comentário Adicione o seu

  1. blag disse:

    Oi, Kátia. Que bonito o poema “Só a ignorância me acompanha”. E que legais a frase de Quintana, o novo visual do Madame e essa profissão de fé aí em cima. Uma perguntinha: tem mesa-redonda sobre paranóia no Congresso Internacional do Medo? Se tiver, talvez eu me inscreva! E também não pretendo parar de escrever. Nem que seja num blogue, nem que seja para sempre!!!

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