Como quem vive na quietude,
deixando que o tumulto passe.
E acompanha a turba,
disfarçado de padre, ou guarda
a placa de protesto sob a burca.

Como quem morre na quietude,
deixando que os anjos voem.
E desaba sobre os joelhos,
engolindo a juventude, ou vomita
diante de todos na última noite.

Como quem sabe: “Ah, é inútil
insistir no erro”. E grita, sem nome.

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