Não gostei de “Onde Andará Dulce Veiga?”.  Após 180 minutos de um filme sem ritmo e com péssimas atuações, de Carolina Dieckmann e Eriberto Leão, quase segui o caminho da personagem de Caio Fernando Abreu e desapareci. O Cinema do Museu, no Corredor da Vitória, estava lotado de gays de várias gerações. Do nosso lado, um casal de mulheres dava altos amassos. Reencontrei um dos meus amigos mais queridos, Adal, que sentou conosco e amou o longa. No final, conversamos rapidamente sobre nossas discordâncias. Adal agora tem celular, coisa boa para quem sente falta dele. Não vou tecer um comentário mais profundo, e azedo, sobre “Dulce Veiga” em respeito ao romance de Caio Fernando Abreu.

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