Uma gripe fortíssima me pegou na quinta-feira. Há tempos não me sentia tão péssima. Febre de delirar, suores frios, tremores, um horror. E os médicos nada esclarecem. O que me examinou na sexta-feira, só descartou pneumonia. A que me atendeu no sábado disse apenas que não era dengue. Fiquei na base do paracetamol e do amor de mãe.  E, na sexta, para completar, era aniversário de Érica. Sequer pude ir na casa dela. Uma tristeza. Felizmente, no sábado, ela veio me ver e trouxe um delicioso pedaço de bolo e a claridade da sua presença. Os dias de doença me fizeram pensar sobre blogues e máscaras. E percebi que a estrada que seguimos na literatura é absolutamente solitária.

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