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 Ando preocupada com a tensão entre Equador, Venezuela e Colômbia. Mas vou falar mais uma vez sobre o “Big Brother”. Ontem, o odiado psiquiatra enfrentou a multidão sedenta de sangue e saiu sorrindo. Pedro Bial anunciou orgulhosamente o novo recorde: “mais de 60 milhões de votos”. Nenhuma surpresa.

Marcelo, com seus surtos, vem salvando a audiência de um programa repleto de equívocos. Na estréia, o “BBB 8” deu menos de 30 pontos, um fiasco. E estamos falando da movimentação de uma estrutura milionária. Só não me venha com citações de Nelson Rodrigues tentar justificar o “óbvio ululante”.

Para a Globo, barracos são muito mais interessantes. Antes um médico surtado que pessoas absolutamente low profile que não rendem sequer um bom romance. Mas será que Boninho acha, assim como William Bonner, que somos todos um bando de Homer Simpson?

Um brasileiro médio, para os mestres do jornalismo global, equivale a um americano loser e com meio cérebro. Mais apropriado, então, seria comparar o brasileiro médio ao palhaço Krusty. Ah, mas esse, embora fracassado, é mais esperto.

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