Para a senhora, minha santa,
é que rezo todo dia,
acendo velas, faço romarias,
Nossa Senhora dos Esquisitos

Clareia meus passo na Terra,
desarmai o arco e flexa,
nas mãos de meus inimigos

E amparai, ó estranha santa,
aqueles que são benditos
na legião que a segue,
até onde os caminhos se perdem,
ou desembocam no abismo.

Essa é minha, do livro “De Volta à Caixa de Abelhas”, lançado em 2002

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