Na TV

Gente, repasso e-mail com convocação de Sandro Ornellas (achei o texto simpático, espero que ele não se incomode): Dia 02/02 (Iemanjá no Rio Vermelho, sábado de carnaval no Campo Grande, fantasia, cerveja e alegria) o programa “Leituras” da TV Senado (canal 53, aberto em UHF – pega com bombril na antena e alguma paciência) estará…

À sombra de Iroco

O ciclo ainda está aberto, e nele eu danço com a alma inteira e o corpo a descoberto, esparramado na poeira do borralho. Inteira danço. Um dia estaremos todos à mesa, como numa reunião de família ou num retrato, e entranharemos nossos rostos nessa estranheza de pertencimento. Os que vieram primeiro já observam nossos passos,…

Um poema de Pessoa

Para ser grande, sê inteiro: Nada teu exagera ou exclui. Sê todo em cada coisa. Põe quanto és No mínimo que fazes. Assim em cada lago a lua toda brilha, Porque alta vive.

Sem fome e sem poesia

Não me peça que lhe diga uma palavra definitiva. O silêncio que engulo, ou substantivo murcho, é apenas o que reparti com o meu melhor amigo quando nada mais havia para beber no copo, e a noite ardia, azia, no colo da madrugada, sem fome e sem poesia.

Expectativas

Fui convidada para as bodas de ouro dos pais de meu cunhado. No dia 16 de fevereiro. Uma frase de Rilke ilustra a capa do convite. Inspiração de Márcio, do Cova Rasa, que a cada dia escreve melhor. Os pais dele são duas pessoas muito queridas. Fiquei pensando no que representa viver meio século ao lado de…

Pura pretensão

Andei pensando no comentário deixado por Ari Coelho sobre o post “Depressão em céu azul” e concluí que ele tem razão. Cazuza já havia dito coisa parecida em “Pro Dia Nascer Feliz”. Acho que era algo assim: “a depressão é pretensão de quem fica fazendo fita”.  Eu faço é fita, drama, manha. Meu problema é mimo. E é bom tomar um…

O melhor leitor

O melhor leitor de poesia não é o que julga ou compreende o poema, mas o que lhe amplia os sentidos, deixando que as palavras e as intenções do poeta, ainda que ocultas, vivam. Mayrant Gallo

Um poema de Emily Dickinson

Tive uma jóia nos meus dedos – E adormeci – Quente era o dia, tédio os ventos – “É minha”, eu disse. Acordo – e os meus honestos dedos (foi-se a Gema) censuro – Uma saudade de Ametista É o que eu possuo. Tradução: Augusto de Campos

Lima Trindade na TV (e pequenos furtos na blogosfera)

Dia 26/01 (sábado), Lima ‘verbo21’ Trindade será entrevistado no Programa Leituras, da TV Senado, por Maurício Melo Junior. Os horários são: sábado (9h30 e 20h) e domingo (8h e 20h, reprise) Post do blog de Sandro Ornellas, foto do blog de Gustavo Rios.

Meu segundo cachê

Apesar da deprê, fiquei feliz com um lance hoje. Recebi um cachê pelo texto que escrevi para teatro. A peça deve estrear em abril. São vários autores e estarei na companhia de Adelice Souza, Elísio Lopes Júnior e Cláudia Barral, entre outros. O segundo cachê. O primeiro foi o do “Mídia Poesia”. Há um terceiro vindo por aí. Pequenos, porém valiosos.   

Depressão em céu azul

Estou encarando a primeira depressão de 2008. E nas férias! Acabei rompendo relações até com o I Ching. Em clima de hexagrama 4, Insensatez Juvenil, batendo a cabeça na parede. E volto a trabalhar na segunda. Visitando blogs, percebi uns climões esquisitos no “Vestígios da Senhorita B” e no “Contramão”. Quis comentar no blog de Mayrant, mas recuei. Acho…