De um sumiço na vida, e ócio,
fiz a cutícula, e todos os dedos
agarraram-se uns nos outros,
em punho, um uivo, as unhas cravadas
na própria pele, gotículas
frias de suor no rosto, e um riso
que escorrega até onde os pés
cravam-se, as plantas, nessa terra
que é de ninguém. Nem soco,
nem brisa, que venha acordar
o que, morno, deslizará.

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