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Foi meu pai quem me ensinou a honrar Santa Bárbara. O caruru era sagrado a cada 4 de dezembro e, lá em casa, havia uma imagem igualzinha a essa na parede, emoldurada em um quadro, recortada por pequenos furos, com uma lâmpada ao fundo. Hoje, bastante avariado, ele está com a minha irmã mais velha, batizada justamente como Ana Bárbara (Ana é o nome de nossa avó materna). Minha irmã caçula, Paula, herdou o nome de nossa avó paterna, Alice. Eu? Bem, dizem que Kátia Regina era nome de uma famosa vedete da época. Minha irmã mais velha decidiu batizar a sua filha caçula como Júlia, que era como nosso pai chamava carinhosamente a nossa mãe, Julinda. Quando eu tiver uma filha, ela se chamará Cecília. E acho que entenderá.

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