E hoje estou de bobeira mesmo. Domingão em casa. O blog virou meu Playland. No domingo passado, o “Madame” foi citado na matéria de Márcia Luz. Teve um bocado de acessos. Conversei com Katherine Funke sobre isso. Ela não tem contador, como eu, e nem parece interessada nisso de “quantas pessoas acessam”. Eu botei um negócio que oferece estatísticas bem detalhadas e ativei a moderação de comentários. Sou capricorniana, pô. Mas não sei se o “Madame” é um blog literário, é mais uma página pessoal, com fotos da linda filhinha do meu amigo, das minhas irmãs, do meu cachorro, da varanda do meu apartamento. Com confissões, depressões, broncas, insônias. E com uns poemas inéditos que talvez nunca deixem esta gaveta virtual para virar papel, alguns nem terminados estão, são rascunhos. Se fosse fazer um balanço de tudo que criei direto no blog, elegeria o poema que fala da foto em Paquetá, feito em abril, como o mais “ajeitadinho”.

No quarta-feira, às 16 horas, participo de uma mesa-redonda coordenada por Sandro Ornellas no Instituto de Letras da Ufba, em Ondina. Estarei ao lado de João Filho e Lande Onawale. O tema é interculturalidades. Tenha medo!

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