A primeira vez que fitei Teresa, juro,
pensei que ela merecia um verso curto,
feito por Castro Alves ou Bandeira.
E não foi por maldade, asseguro,
que reparei primeiro nos joelhos
e, só depois, no rosto delicado,
de porcelana chinesa. Ah, Teresa,
cem mil versos jocosos e nada
me ficou, de grave, na memória,
da tua passagem meteórica entre as estrelas.

Anúncios