Um poema

A primeira vez que fitei Teresa, juro,
pensei que ela merecia um verso curto,
feito por Castro Alves ou Bandeira.
E não foi por maldade, asseguro,
que reparei primeiro nos joelhos
e, só depois, no rosto delicado,
de porcelana chinesa. Ah, Teresa,
cem mil versos jocosos e nada
me ficou, de grave, na memória,
da tua passagem meteórica entre as estrelas.

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1 comentário Adicione o seu

  1. Mayrant Gallo disse:

    Oi, Kátia, descobri o Madamek por acaso e logo me deparei com este belo poema. Vou voltar outras vezes. Congratulações! Mayrant.

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