Não me peça que lhe diga
uma palavra definitiva.
O silêncio que engulo,
ou substantivo murcho,
é apenas o que reparti
com o meu melhor amigo
quando nada mais havia
para beber no copo,
e a noite ardia, azia,
no colo da madrugada,
sem fome e sem poesia.
Janeiro 28, 2008
Janeiro 28, 2008 at 6:57 pm
Ainda não conhecia o seu site, Kátia. Gostei muito. Poesia bela e profunda. Já tá nos meus favoritos. Abraço
Janeiro 29, 2008 at 5:37 pm
Mais um belo e profundo poema.
Janeiro 30, 2008 at 3:09 am
Muito bonito, kátia. Muito bonito, mesmo.
Julho 8, 2009 at 2:26 pm
ESSE POEMA É MUITO LINDOH